Os meus dias têm sido tão agitados, quanto a chuva que corre lá fora despertando as minhas emoções, lembranças, a cada batimento da sua força, na minha janela. Estamos na altura do ano em que as reflexões se sobrepõem umas atrás das outras, em que subitamente e sem evitar a minha sensibilidade está ainda mais á flor da pele, é mais ou menos nesta época que me questiono mais, onde faço mais escolhas, e mudo o que houver para mudar, é um momento de introspeção pessoal, emocional, profissional, que outrora fora adiada, por não saber o que fazer, por ter medo de constatar o que acabei por ganhar ou perder.
Isto é vida. A minha é assim uma montanha de emoções, vivo despegada da componente racional [que tanta falta me faz a determinada altura], dependente das emoções e ao que elas vão acrescentando aos meus dias.
Ao fim do dia depois das dúvidas, das inseguranças ultrapassadas, dou por mim a contemplar o presente, o meu presente ao qual pertencem, pessoas que lhes dão significado, sentimento…
Isto é vida. A minha é assim uma montanha de emoções, vivo despegada da componente racional [que tanta falta me faz a determinada altura], dependente das emoções e ao que elas vão acrescentando aos meus dias.
Ao fim do dia depois das dúvidas, das inseguranças ultrapassadas, dou por mim a contemplar o presente, o meu presente ao qual pertencem, pessoas que lhes dão significado, sentimento…